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Ratinho Junior (PSD) é eleito governador. Como fica a pauta da educação?


Novo governador terá uma ampla base de apoio na Assembleia. Veja quais foram os(as) deputados(as) estaduais eleitos(as) no Estado

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O ex-deputado estadual Ratinho Junior (PSD) foi eleito governador do Paraná neste domingo (7), no primeiro turno com 3.210.712 votos. O vice é Darci Piana, do mesmo partido. O desafio continua: assim que empossados(as), a APP-Sindicato cumprirá seu papel e buscará a abertura do diálogo para cobrar a pauta da categoria.

Durante o período eleitoral, o Sindicato esteve atento às propostas dos candidatos e candidatas ao governo do Estado e, para além da tarefa de fiscalização, promoveu uma série de entrevistas, transmitidas ao vivo, com o tema educação – onde cada político poderia expor suas ideias e propostas sobre os itens de reivindicação dos(as) educadores(as). O candidato Ratinho Junior não compareceu à sabatina e, portanto, não assinou a carta-compromisso com a educação. No lugar, enviou uma carta reforçando suas propostas para a educação (Veja os trechos abaixo).

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No documento, o governador eleito diz que manterá as portas abertas para a APP-Sindicato e reforça que pretende investir mais em educação e, reconhece, que a data-base é fundamental na valorização profissional, desde que o pagamento do direito assegurado em lei não comprometa o orçamento do Estado.

Em resposta sobre temas como PDE e retorno da hora-atividade, Ratinho Jr. mostrou-se disposto a estudar soluções para o tema. O candidato ainda mencionou a proposta de melhorar e ampliar a rede de atendimento à saúde do trabalhador.

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:: Confira aqui o plano de governo do próximo governador do Estado do Paraná


Composição da Alep – Além do novo governador, a população elegeu, a nível estadual, os deputados e deputadas estaduais. Dos(as) 54 eleitos (as), apenas 4 são mulheres. O mandato de Ratinho Jr. terá como parâmetro de comparação o de seu predecessor, Beto Richa (PSDB), que após uma gestão desastrosa não conseguiu se eleger para o Senado, ficando entre os últimos colocados(as) na corrida eleitoral. Esse resultado comprova que as políticas de ajuste contra a população, violência contra a educação e indícios de desvios de verbas não podem ficar impunes.

Veja quem são os(as) deputados(as) estaduais eleitos(as) no Paraná:


Delegado Francischini (PSL)
Alexandre Curi (PSB)
Professor Lemos (PT)
Requião Filho (MDB)
Tiago Amaral (PSB)
Romanelli (PSB)
Tadeu Veneri (PT)
Guto Silva (PSD)
Evandro Araujo (PSC)
Paulo Litro (PSDB)
Delegado Jacovos (PR)
Gilberto Ribeiro (PP)
Marcio Nunes (PSD)
Coronel Lee (PSL)
Artagão Junior (PSB)
Tião Medeiros (PTB)
Michele Caputo (PSDB)
Maria Victoria (PP)
Alexandro Amaro (PRB)
Cristina Silvestri (PPS)
Cobra Reporter (PSD)
Anibeli Neto (MDB)
Gilson de Souza (PSC)
Tercilio Turini (PPS)
Luiz Carlos Martins (PP)
Traiano (PSDB)
Marcel Micheletto (PR)
Estacho (PV)
Homero Marchese (PROS)
Jonas Guimarães (PSB)
Douglas Fabricio (PPS)
Mauro Moraes (PSD)
Boca Aberta Junior (PRTB)
Marcio Pacheco (PPL)
Francisco Buhrer (PSD)
Nelson Justus (DEM)
Goura (PDT)
Delegado Fernando (PSL)
Arilson Maroldi Chiorato (PT)
Plauto (DEM)
Reichembach (PSC)
Delegado Recalcatti (PSD)
Soldado Fruet (PROS)
Mabel Canto (PSC)
Soldado Adriano José (PV)
Luiz Fernando Guerra (PSL)
Dr. Batista (PMN)
Luciana Rafagnin (PT)
Nelson Luersen (PDT)
Missionário Ricardo Arruda (PSL)
Galo (PODE)
Do Carmo (PSL)
Emerson Bacil (PSL)
Subtenente Everton (PSL)

Como é definido o número de Deputados(as)?

A Constituição Federal determina que o número de eleitos(as) deve ser estabelecida por lei complementar, de acordo com o número de habitantes de cada Estado. Ainda assim, o documento prevê que nenhuma das unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta deputados.

Qual a função do cargo de deputado(a)?

Os deputados estaduais têm a função de representar o povo no estado, na Assembleia Legislativa. Sua principal missão é legislar, propor, emendar, alterar e revogar leis estaduais. Eles também fiscalizam as contas do Poder Executivo

Com informações: TSE

 

 

 

 

 

 

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APP-Sindicato Londrina

Gestão APP-Independente, democrática, de base e de luta

 

 

Utilidade Pública: Resultado do Concurso de Remoção.

 

 

A SEED divulgou o resultado do Concurso de remoção de outubro de 2018. Os resultados se encontram no link abaixo:

 

http://www.educacao.pr.gov.br/arquivos/File/remocoes/remocao2018_qpm_qup_resultado_detalhado1.pdf

 

 

 

APP – Sindicato Londrina
Gestão Independente, Democrática de Base e de Luta.

 

 

 

 

 

 

ATENÇÃO PSS!

Estão abertas as inscrições para PSS etapa/2019. O governo insiste em manter a situação precária dos trabalhadores e trabalhadoras PSS. Infelizmente, a precarização do trabalho do e da PSS é algo que vem se alastrando por toda a classe trabalhadora; estamos enfrentando um ataque generalizado.

Neste sentido, a APP-Sindicato reafirma seu compromisso em continuar lutando por melhores condições de trabalho, por melhores salários, por direitos e por uma sociedade mais justa e igualitária.

EDITAL/2019 - PSS

Período de Inscrição: Das 09h de 11/10/2018 às 18h de 25/10/2018 no endereço eletrônico www.pss.pr.gov.br

Classificação Provisória: 06/11/2018, após as 16h, no endereço eletrônico: ww.educacao.pr.gov.br

Prazo de recursos da Classificação Provisória: 07 e 08/11/2018 até as 17h, no NRE de inscrição

Classificação Final: Após 14/11/2018, no endereço eletrônico: www.educacao.pr.gov.br

 

 

Logo abaixo faça o download do Edital/PSS - 2019

Edital/PSS Professor(a): clique aqui

Edital/PSS Serviços Gerais: clique aqui

Edital/PSS Assistente Administrativo: clique aqui

 

 

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APP-Sindicato Londrina

Gestão APP-Independente, democrática, de base e de luta

 

A APP – Sindicato Londrina vem por meio desta,solicitar que a professora, Lia Menezes Campos, entre em contato com a APP pelo fone 3323 2662, para tratar de assuntos de seu interesse. Aquela ou aquele que puder avisar a mesma a APP agradece. Obrigado !

 

 

 

Direção da APP Sindicato Londrina
Gestão Independente, Democrática, de Base e de Luta

Cuidados importantes de Prevenção:


Mantenha uma alimentação saudável.

Cuide da saúde emocional.

Pratique atividade física.

Consulte seu médico periodicamente.

Conheça e esteja atenta aos sinais do seu corpo.

Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

Faça mamografia anual a partir dos 40 anos.

Não fume.

A prevenção pode salvar vidas.

 

 

 

 

 

Direção da APP Sindicato Londrina
Gestão Independente, Democrática, de Base e de Luta.

 

Concurso de Remoção QPM/QUP 2018

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As inscrições do Primeiro Processo do Concurso de Remoção QPM/QUP 2018 estarão abertas a partir das 13 horas do dia 01/10/2018 até às 17 horas do dia 05/10/2018.


Poderão participar deste Processo, professores que se encontram em efetivo exercício de suas funções na Rede Estadual de Ensino e desejam pleitear mudança de lotação de seu cargo para instituição de ensino.

As normas e procedimentos do Concurso de Remoção estão disponibilizados em Editais específicos, que devem ser lidos na íntegra pelo candidato.

O Concurso de Remoção QPM/QUP 2018 será realizado em três processos distintos, prevalecendo seus efeitos funcionais a partir do início do ano letivo de 2019:

  • Primeiro Processo – a remoção acontecerá somente dentro de cada município (1ª Etapa), assim, apenas os professores que desejam alterar sua instituição de ensino de lotação no mesmo município e aqueles que ainda não têm lotação em instituição de ensino (lotados no município) participarão deste processo.


Os professores nomeados em 2018 (exceto os professores do NRE de Curitiba) não participarão desta Etapa porque ainda não têm lotação em município, estando lotados no NRE-Local;

  • Segundo Processo – é específico para os professores pertencentes ao NRE de Curitiba. A remoção acontecerá para setores do NRE de Curitiba. Neste processo, o professor não será removido para instituição de ensino, será lotado no setor solicitado, se houver vaga. Deverão participar deste processo, obrigatoriamente, os professores que se encontram lotados no município de Curitiba e os nomeados em 2018 (que também possuem lotação no município de Curitiba). Também poderão participar os professores lotados em instituição de ensino jurisdicionada ao NRE de Curitiba, que desejam mudar de setor.

 

  • Terceiro Processo – a remoção acontecerá entre municípios do mesmo NRE (2ª Etapa) e de Núcleos Regionais de Educação diferentes (3ª Etapa); neste processo, os professores não serão removidos para instituições de ensino, serão lotados no município solicitado, se houver vaga. Participarão deste processo, os professores que desejam alterar o município de lotação e, obrigatoriamente, os professores que ainda não têm lotação em município e os nomeados em 2018 (ambos lotados no NRE-Local).


Para mais informações acesse o endereço eletrônico: www.educacao.pr.gov.br, “Recursos Humanos”, “Remoção QPM/QUP”, ou entre em contato com o NRE mais próximo.

 

Informações retiradas do seguinte link: http://www.educacao.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1461

 

 

 

 

 

 

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APP-Sindicato Londrina

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ATENÇÃO!

Dia 28 de setembro (sexta-feira) encerram as inscrições para o Curso de Leitura do Paulo Freire. O curso é promovido pela APP-Sindicato Londrina em parceria com a UFPR.

 

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Não perca o prazo! Inscreva-se!

 

Curso de Leitura do Paulo Freire 

Carga Horária: 70 Horas 

Certificação: UFPR 

Inscrição: Até o dia 28 de setembro de 2018 

Telefone/Inscrições: (43) 3323-2662


Início do Curso: Outubro de 2018

Término do Curso: Março de 2019

 

 

 

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APP-Sindicato Londrina

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Sindicato disponibiliza modelo de requerimento para questionamento da avaliação

 

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Após o comunicado sobre o pagamento das progressões aos(às) professores(as) da rede pública do Paraná no mês de outubro, a APP-Sindicato recebeu diversos questionamentos sobre os critérios de avaliação de desempenho. Há uma diminuição na pontuação no quesito assiduidade, em virtude de adesão aos dias de greve promovidos pela categoria dos Trabalhadores em Educação do Estado do Paraná.

Ocorre que as faltas já representaram desconto salarial para os(as) servidores(as) e não se trata de simples falta individual, como se fosse injustificada. É movimento reivindicatório decorrente de deliberação da categoria. Portanto, na prática é uma dupla penalidade contra o(a) servidor(a).

Explicitamente estas faltas são resultado da ausência de respeito à Constituição e ao direito de greve e manifestação, sendo que pune o(a) servidor(a) duas vezes. Infelizmente, este desrespeito aos(as) servidores(as) e à Carta Magna é uma típica prática do grupo político composto pelo ex-governador Beto Richa (PSDB) e conjunto com outras pessoas que compuseram a sua gestão, e que agora são candidatos e candidatas, tais como Ratinho Junior (PSD) e Cida Borghetti (PP).

É necessário que cada educador(a) verifique no seu dossiê quais os motivos apontados e justificados para as faltas e descontos. Se for por motivo de ausência nas escolas nos dias de greve, devem apresentar no seu NRE, o requerimento anexo.

 

Baixe aqui modelo do Requerimento da APP para essa dupla penalidade: imagem_download.jpg

 

 

 

 

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APP-Sindicato Londrina

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Experimente perguntar a um professor como anda a sua saúde – você provavelmente ouvirá queixas a respeito do esgotamento físico e mental causado por uma rotina cada vez mais desgastante.

Uma pesquisa online realizada pela Associação Nova Escola com mais de cinco mil educadores, entre os meses de junho e julho de 2018, reuniu mais informações sobre o problema e identificou que 66% das professoras e professores já precisaram se afastar do trabalho por questões de saúde. O levantamento também mostrou que 87% dos participantes acreditam que o seu problema é ocasionado ou intensificado pelo trabalho.

Entre os problemas que aparecem com maior frequência então a ansiedade, que afeta 68% dos educadores; estresse e dores de cabeça (63%); insônia (39%); dores nos membros (38%) e alergias (38%). Além disso, 28% deles afirmaram que sofrem ou já sofreram de depressão.

Os dados revelam uma realidade alarmante para os professores do país. Segundo Heleno Araújo Filho, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a não aplicação das políticas educacionais previstas na legislação impede que sejam oferecidas condições adequadas de trabalho para o desempenho da profissão.

“A falta de infraestrutura, o excesso de alunos por sala de aula, a dupla jornada, a falta de segurança nas escolas e a má remuneração contribuem para desvalorizar a carreira e desestimular os profissionais, causando uma série de doenças”, aponta.

A professora Iêda Soares Pinto, que leciona no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e EJA no Distrito Federal, conta que começou a tomar remédios para controlar a ansiedade. “Trabalho em três escolas e raramente consigo fazer todas as refeições ou praticar atividades físicas. Além disso, levo muito trabalho para casa e fico sem tempo para nada”, relata.

Para a professora Angela Calenzani, que trabalha na rede estadual do Espírito Santo, a falta de um plano de saúde e de apoio psicológico para os docentes compromete o trabalho. “Neste ano tive problemas com pressão alta e estresse, ocasionados por uma rotina de 10 horas diárias. O professor precisa de condições e recursos para trabalhar; sozinhos não conseguimos atender às reais necessidades dos alunos”, opina.

Problemas vocais

Outra questão recorrente no dia a dia dos professores são os problemas de voz. Uma pesquisa que está sendo realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Ministério da Educação, com 6.510 professores de todo o Brasil, identificou em seus resultados preliminares que 17,7% deles sofrem com problemas vocais, seguidos por problemas respiratórios (14,6%) e emocionais (14,5%).

O estudo também mostrou que 69,1% dos professores faltaram ao menos um dia no último ano, na maioria dos casos por questões de saúde. “São múltiplos fatores que estão relacionados com esse adoecimento. Entre eles, um ambiente de trabalho com condições precárias, a violência verbal praticada pelos alunos, falta de apoio dentro da escola e dificuldade de relacionamento com os colegas”, afirma Adriane Mesquita de Medeiros, professora e pesquisadora do Núcleo de Estudos em Saúde e Trabalho da UFMG.

Em alguns casos, a ansiedade é ampliada por fatores locais, como clima escolar e excesso de trabalho. A professora Eliane*, que leciona no Ensino Fundamental II e Médio no Recife, conta que a pressão e as cobranças que ela considera exageradas são alguns dos principais fatores que afetam a sua saúde. “O clima com os superiores é de desconfiança e há muitas exigências com relação a atividades burocráticas. Além disso, os docentes não têm liberdade na sala de aula e muitos são perseguidos quando tocam em temas considerados polêmicos”, relata.

Para Araújo Filho, da CNTE, é preciso que haja uma gestão democrática dentro das escolas, que permita que o educador tenha voz ativa na construção do projeto político-pedagógico e se sinta confortável no ambiente escolar.

Repercussão na sala de aula

A desvalorização da carreira e o acúmulo de problemas de saúde também trazem efeitos de longo prazo e prejudicam o processo de ensino e aprendizagem. De acordo com o relatório Políticas Eficientes para Professores, divulgado em junho deste ano pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 2,4% dos jovens brasileiros de 15 anos querem ser professores.

“O adoecimento do professor repercute na sala de aula, na dinâmica escolar, nas políticas públicas e na carreira docente, fazendo com que o aluno perca na figura do professor a sua referência como profissional fundamental na mediação do conhecimento. O absenteísmo prejudica a formação dos nossos jovens e resulta em uma educação aquém do que se espera em termos de qualidade”, destaca Cristina Miyuki Hashizume, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pelo Instituto de Psicologia da USP e professora da Universidade Metodista de São Paulo e da Faculdade Messiânica.

Segundo ela, as políticas públicas educacionais devem ser formuladas a partir do mapeamento real dos dados sobre o adoecimento docente, para que sejam elaboradas estratégias para melhorar a qualidade de vida dos professores. “Plano de carreira, aumento de salário, diminuição do número de horas trabalhadas e políticas de valorização docente são fatores que podem amenizar esse adoecimento”, aponta.

*O nome da entrevistada foi trocado para preservar a sua identidade.

Fonte : (Nova Escola, 16/08/2018)

 

Direção da APP Sindicato Londrina
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O Núcleo Sindical de Londrina está oferecendo o Curso de Leitura do Paulo Freire com certificação pela UFPR.

 

Curso: Leitura do Paulo Freire.

 

Carga Horária: 70 Horas

 

Inscrição: Até o dia 28 de setembro de 2018.

 

Início do Curso: Outubro de 2018

 

Término do Curso : Março de 2019

 

Certificação: UFPR

 

Informações: 43- 3323 2662

 

 

 

 


Direção da APP Sindicato Londrina
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